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Aliado-chave de Elon Musk na NASA alerta: Blue Origin pode roubar contrato lunar Artemis da SpaceX

Aliado-chave de Elon Musk na NASA alerta: Blue Origin pode roubar contrato lunar Artemis da SpaceX

Published:
2025-12-18 23:10:55
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Um importante aliado de Elon Musk na NASA afirma que a Blue Origin, rival da SpaceX, pode ser escolhida para o projeto lunar americano Artemis.

Um terremoto no setor aeroespacial está se formando. Fontes próximas à NASA indicam que a Blue Origin, a rival de longa data da SpaceX, está posicionada para uma vitória surpreendente no programa Artemis. O projeto, que visa levar humanos de volta à Lua, pode ter um novo protagonista principal.

O Jogo dos Contratos

A corrida não é apenas sobre foguetes e módulos lunares—é uma batalha por bilhões em financiamento governamental. A escolha redefine o equilíbrio de poder na nova economia espacial, onde contratos da NASA funcionam como um selo de aprovação para investidores. A mudança sinaliza uma estratégia de diversificação de fornecedores por parte da agência, reduzindo a dependência de um único player.

Impacto no Ecossistema

Uma vitória da Blue Origin não seria apenas um revés para a SpaceX; seria uma validação monumental para o modelo de Jeff Bezos. Injetaria capital e credibilidade em toda a cadeia de fornecedores da empresa, potencialmente acelerando linhas de desenvolvimento paralelas. Para o setor, mais competição significa inovação acelerada—e orçamentos ainda mais disputados.

O subtexto financeiro é inegável: enquanto visionários mapeiam a Lua, os contadores mapeiam as margens. Decisões tomadas em salas de reunião em Washington hoje vão ditar quais balanços patrimoniais vão decolar—e quais vão permanecer na plataforma—na próxima década. No fim, a conquista do espaço ainda obedece à gravidade terrestre do retorno sobre o investimento.

Isaacman concilia SpaceX, Blue Origin e atrasos na NASA.

A SpaceX e a Blue Origin já possuemtraccom a NASA para desenvolver seus módulos de pouso lunar. A SpaceX detém mais de US$ 4 bilhões em contratos com a NASA para transportartronà Lua usando sua espaçonave Starship.

Esse plano, pelo menos por enquanto, coloca a SpaceX na liderança. Mas essa vantagem não está garantida, porque o ex-administrador interino da NASA, Sean Duffy, anunciou em outubro que a agência "abriria" otracda SpaceX para concorrência. Ele disse que ficou frustrado com os atrasos no cronograma da Starship.

A Starship enfrentou diversos problemas técnicos ao longo do último ano. Esses contratempos atraíram críticas de quem afirma que o ritmo lento pode permitir que a China pouse seus veículostronna Lua antes dos Estados Unidos.

Jared deixou claro que o módulo de pouso que estiver disponível primeiro será o que a NASA usará para dar continuidade à missão Artemis.

Jared também fundou a Shift4 Payments Inc. e assume a liderança da NASA em um momento em que a agência enfrenta questionamentos sobre financiamento relacionados a propostas tanto do Congresso quanto da Casa Branca.

Ele rebateu as preocupações e afirmou que a NASA pode trabalhar com um orçamento anual de 20 bilhões ou 25 bilhões de dólares, e que ambos os valores são suficientes para executar os planos da agência.

Trump assina ordem executiva para o projeto Artemis 2028

Jared disse que Trump aprovou uma nova ordem durante a reunião. A ordem reafirma os princípios fundamentais do programa Artemis e instrui a NASA a retornar com tron à Lua até 2028 e a construir uma base lunar até 2030.

Jared disse à Bloomberg que a encomenda "leva as coisas a uma escala completamente diferente". Ele afirmou que a NASA não está retornando à Lua apenas para deixar pegadas. Segundo ele, o objetivo é uma infraestrutura de longo prazo que apoie a ciência, a atividade econômica e os interesses de segurança nacional.

A ordem faz mais do que isso. Ela instrui o governo a extinguir o Conselho Nacional do Espaço e transferir sua autoridade para o Escritório de Política Científica e Tecnológica. Esse conselho foi criado em 1989 para assessorar osdentem questões de política espacial.

A ordem também dá início aos trabalhos em sistemas de defesa antimísseis de próxima geração, no âmbito do plano Golden Dome de Trump, que prevê novas ferramentas para encontrar e tracameaças desde a órbita terrestre baixa até o espaço cislunar.

O programa Artemis depende do Sistema de Lançamento Espacial (SLS) da Boeing e da cápsula Orion da Lockheed Martin. Prevê-se que o programa custe US$ 93 bilhões até 2025 e, até o momento, realizou apenas uma missão. A NASA adiou o primeiro pouso do Artemis diversas vezes, sendo a última vez para 2027.

Em julho, o Congresso aprovou quase US$ 10 bilhões para o programa Artemis como parte do amplo pacote de impostos e gastos de Trump. O dinheiro financia o quarto e o quinto voos do SLS, que o governo chegou a considerar cancelar em favor de opções comerciais mais baratas.

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