CFTC abre caminho explosivo para traders dos EUA acessarem exchanges estrangeiras como Binance
Regulador americano dá sinal verde para acesso global—e o mercado já está reagindo.
Fim das barreiras?
A Comissão de Negociação de Futuros de Commodities (CFTC) acaba de liberar cidadãos americanos para negociarem diretamente em plataformas internacionais. Binance, FTX e outras exchanges agora estão oficialmente na mira dos traders dos EUA.
O que isso significa na prática?
Mais liberdade de escolha, exposição a altcoins não listadas domesticamente e—é claro—uma fuga potencial das corretoras locais com taxas menos competitivas. A decisão chega em um momento de crescimento recorde do mercado de criptomoedas, com volume global superando US$ 100 bilhões diários.
Os grandes players comemoram, as corretoras locais suam, e o SEC… bem, o SEC deve estar revirando os olhos. Porque quando a CFTC abre a porteira, até o sistema financeiro tradicional sente o impacto.
E assim, mais uma camada do controle financeiro tradicional se desfaz—enquanto alguém, em algum lugar, certamente está recalculando seus spreads.
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Em um movimento significativo para o setor de criptomoedas, a Commodity Futures Trading Commission (CFTC), principal reguladora do mercado de derivativos dos EUA, emitiu uma nova orientação que permite que bolsas estrangeiras, incluindo plataformas de criptomoedas, solicitem registro para operar legalmente no país.
O anúncio, que a Comissão de Negociação de Futuros de Commodities (CFTC) fez nesta quinta-feira (28), cria um caminho claro para que cidadãos americanos possam negociar diretamente em exchanges estrangeiras que as autoridades reguladoras forçaram a sair do mercado norte-americano nos últimos anos.
PublicidadeA orientação da CFTC reafirma a estrutura de registro de Foreign Board of Trade (FBOT), que se aplica igualmente aos mercados tradicionais e de criptomoedas. Segundo o comunicado, a medida pretende acabar com a falta de clareza regulatória. O que levou a chamada “regulamentação por meio de ações persecutórias” que marcou a abordagem anterior da SEC sob Gary Gensler.
Retorno das exchanges
A presidente em exercício da CFTC, Caroline D. Pham, descreveu a iniciativa como uma forma de trazer de volta para o mercado americano empresas que haviam se estabelecido no exterior para facilitar a negociação de criptomoedas.
“Começando agora, a CFTC dá as boas-vindas de volta aos americanos que desejam negociar de forma eficiente e segura sob as regulamentações da CFTC”, declarou Pham, enfatizando que esta é uma vitória para a administração do Presidente Trump.
Este posicionamento representa uma mudança de paradigma. Em 2023, a Binance, por exemplo, concordou em “sair completamente” do mercado dos EUA como parte de um acordo de US$ 4,3 bilhões. A empresa manteve apenas as operações de criptomoedas ativas para usuários residentes no país.
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A saída causou perdas gigantescas para a maior exchange do mundo. Em um ano, sua participação de mercado nos EUA caiu de 10% para 0,1%. No começo do ano, a Binance voltou a operar plenamente nos EUA. Isso ocorreu após um acordo com a justiça americana.
Agora, exchanges estrangeiras registradas como FBOTs podem oferecer acesso direto a traders nos EUA. Elas precisam cumprir os requisitos da comissão reguladora. Especialistas veem a medida como um impulso para a inovação. O mercado reconhece a tentativa de reconquistar a liderança global em criptomoedas.
Especialistas amplamente veem a medida como um impulso para a inovação, e o mercado reconhece a tentativa de reconquistar a liderança dos EUA no cenário global de criptomoedas. A nova orientação oferece mais opções e acesso aos investidores americanos, sob a supervisão regulatória da CFTC.
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