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Invesco dispara para US$ 2,1 trilhões em AUM no terceiro trimestre de 2025 - salto de 6,2% surpreende mercado

Invesco dispara para US$ 2,1 trilhões em AUM no terceiro trimestre de 2025 - salto de 6,2% surpreende mercado

Published:
2025-10-28 20:25:09
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O AUM da Invesco subiu para US$ 2,1 trilhões no terceiro trimestre de 2025, um aumento de 6,2% em relação ao trimestre anterior

Gestora global mostra músculos financeiros em meio à volatilidade dos mercados

CRESCIMENTO ACELERADO

Os US$ 2,1 trilhões em ativos sob gestão representam uma expansão robusta de 6,2% em apenas três meses - movimento que deixa concorrentes no chinelo. O terceiro trimestre de 2025 consolida a Invesco como força dominante no cenário de gestão de patrimônio global.

IMPULSO ESTRATÉGICO

Enquanto gestores tradicionais ainda navegam em águas turbulentas, a Invesco corta através da névoa regulatória com precisão cirúrgica. A empresa bypassa obstáculos burocráticos que paralisam players menos ágeis, capturando fluxos em segmentos de alto crescimento.

PERSPECTIVAS DESAFIADORAS

No jogo de xadrez financeiro onde cada movimento é escrutinado, saltos de 6,2% trimestrais não acontecem por acaso - ou por puro talento em relatórios contábeis criativos. O mercado observa se esse ritmo insustentável encontrará limites na realidade econômica ou se a Invesco realmente descobriu a pedra filosofal da gestão de ativos.

Os fluxos líquidos crescem entre produtos e regiões

As entradas líquidas de longo prazo aumentaram para US$ 28,9 bilhões, ante US$ 15,6 bilhões no segundo trimestre. Clientes de varejo aportaram US$ 19,7 bilhões, e clientes institucionais somaram US$ 9,2 bilhões.

A repartição por tipo de investimento mostrou que US$ 21,4 bilhões fluíram para ETFs e estratégias de índice, US$ 8,1 bilhões para parcerias com a China e a Índia, US$ 4,1 bilhões para

Renda Fixa Fundamental e US$ 0,6 bilhão em Mercados Privados. Houve saídas de US$ 5 bilhões de Ações Fundamentais e US$ 0,3 bilhão de produtos Multiativos e Outros.

Por região, a Ásia-Pacífico arrecadou US$ 11,4 bilhões, as Américas, US$ 9,6 bilhões, e a EMEA, US$ 7,9 bilhões. Os ganhos de mercado adicionaram US$ 99 bilhões ao AUM, enquanto os efeitos cambiais reduziram o AUM em US$ 2,7 bilhões.

Houve US$ 2,6 bilhões em entradas de produtos sem taxa de administração e US$ 5,4 bilhões em saídas de fundos do mercado monetário. O AUM médio aumentou 8,6% no trimestre.

A receita operacional aumentou US$ 124,9 milhões em relação ao 2º trimestre. As taxas de gestão de investimentos aumentaram US$ 83,8 milhões, e as taxas de serviços e distribuição aumentaram US$ 36,9 milhões, ambas impulsionadas pelo aumento do AUM médio. As taxas de performance foram de US$ 6,5 milhões, principalmente de estratégias de mercado privado. As variações cambiais aumentaram a receita em US$ 5,9 milhões.

As despesas operacionais aumentaram US$ 68,2 milhões. Os custos de distribuição e consultoria aumentaram US$ 57,6 milhões devido ao aumento do AUM médio. A remuneração dos funcionários aumentou US$ 11,2 milhões, atrelada a uma remuneração variável mais alta e despesas com pessoal de US$ 28,1 milhões, parcialmente compensadas por indenizações no trimestre anterior de US$ 16,9 milhões. As despesas de marketing caíram US$ 3,0 milhões.

Os custos com imóveis, escritórios e tecnologia caíram US$ 9,0 milhões devido a uma redução de US$ 8,0 milhões em softwares no segundo trimestre. Os custos gerais e administrativos aumentaram US$ 12,1 milhões, refletindo despesas com produtos de investimento consolidados recém-lançados. Os efeitos cambiais adicionaram US$ 5,4 milhões às despesas.

Resultados não operacionais, mudança de impostos e ações de capital continuam

O lucro por ações de afiliadas não consolidadas foi de US$ 34,8 milhões, principalmente da joint venture na China. A receita de juros e dividendos totalizou US$ 10,5 milhões.

A despesa com juros foi de US$ 25,7 milhões, proveniente de empréstimos bancários a prazo emitidos no início do ano. Outras perdas líquidas totalizaram US$ 0,8 milhão, impulsionadas pela redução ao valor recuperável da Intelliflo de US$ 35,9 milhões, parcialmente compensada por ganhos em remuneração diferida e valores de investimento de capital semente.

A CIP gerou US$ 57,0 milhões em outras receitas provenientes de juros líquidos e ganhos de mercado em investimentos subjacentes.

A alíquota efetiva de imposto para o trimestre foi de (2,8%), abaixo dos 28,1% do segundo trimestre, devido à resolução de uma questão tributária e à redução das alíquotas de imposto de renda diferido.

Cash e equivalentes cash somavam US$ 973,1 milhões no final do trimestre. A dívida total era de US$ 1,6 bilhão, abaixo dos US$ 1,88 bilhão do segundo trimestre. Havia 445,1 milhões de ações ordinárias em circulação e 453,9 milhões de ações diluídas em circulação.

A Invesco pagou US$ 95,0 milhões em dividendos ordinários e US$ 44,4 milhões em dividendos preferenciais. Um dividendo ordinário cash de US$ 0,21 e um dividendo preferencial de US$ 14,75 foram declarados para o próximo ciclo de pagamento.

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