Bitcoin Hoje 15/09/2025: DOGE despenca enquanto ’zona de lucro’ mantém BTC estável
O mercado crypto enfrenta mais um dia de contrastes brutais. Enquanto Dogecoin leva uma facada de 20%, Bitcoin navega tranquilamente na sua zona de conforto - aquela região onde até os mais pessimistas ainda estão no verde.
DOGE sangra, BTC respira
O meme coin favorito dos retail investors mostra porque ativos especulativos ainda são roleta russa digital. Uma queda de 20% em 24 horas lembra todos que, no fim do dia, cachorrinho fofo não paga contas.
A matemática por trás da serenidade bitcoin
Enquanto isso, o rei crypto mantém postura zen. O segredo? Simples: 95% dos endereços estão com lucro. Ninguém vende quando tá ganhando - é a velha ganância humana funcionando perfeitamente.
Os grandes players seguram as pontas
Whales e instituições não mexem um músculo. Porque vender algo que já subiu 150% desde o último fundo? Só um fundo de hedge tradicional faria isso - e perderia dinheiro no processo, como de costume.
O mercado repete seus padrões eternos: retail se emociona com memes, smart money acumula BTC, e os bancos centrais continuam imprimindo como se não houvesse amanhã. Algumas coisas nunca mudam.
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As criptomoedas do Top 10 abriram em queda nesta segunda-feira (15), embora tenham fechado a semana passada em forte alta. O Bitcoin (BTC) chegou a atingir US$ 116 mil no fim de semana, mas caiu 1% e abriu o dia de hoje valendo US$ 114.869, enquanto o Ethereum (ETH) caiu 2,9%, mas se manteve acima de US$ 4.500.
No Top 10, o destaque negativo ficou com a Dogecoin (DOGE), que despencou 9,3% e teve a maior queda do dia. O ETF de Dogecoin da REX-Osprey, intitulado “DOJE“, chegou ao mercado na sexta-feira (12), mas o movimento não foi suficiente para alavancar o preço da memecoin.
PublicidadeNo Top 100, três das cinco maiores desvalorizações foram de memecoins, incluindo a própria DOGE. Além dela, a BONK caiu 10,1% e teve a maior queda do dia. Por outro lado, a Monero (XMR) se valorizou 6,7% e foi uma das poucas criptomoedas a abrir o dia em alta.
Maiores altas e baixas do Top 100. Elaboração: CriptoFácil. Dados: CoinGecko.
O preço do Bitcoin flutuou bastante, sobretudo no final de semana, mas conseguiu registrar alta de 2,5% no acumulado de sete dias. Com isso a criptomoeda fechou o gráfico semanal acima de US$ 113 mil, que era o valor chave para que a criptomoeda mantivesse a perspecitva de novos ganhos.
Bitcoin hoje: BTC cai abaixo de US$ 115 mil
Os últimos dias foram bastante favoráveis para o Bitcoin em termos de preço. Conforme mostra o gráfico do CoinGecko logo abaixo, a criptomoeda iniciu uma recuperação gradual começou na última terça-feira (09), quando caiu para US$ 111 mil. Após essa queda, os traders recuperaram a força compradora e começaram a impulsionar a valorização do Bitcoin.
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Durante os dias seguintes, o Bitcoin iniciou uma sequência de alta constante até chegar no ápice na sexta-feira (12), quando ultrapassou US$ 116 mil. Esse movimento continuou ao longo do final de semana com breves oscilações.
A maior delas ocorreu no sábado (13), quando o BTC enfrentou uma rejeição imediata em US$ 116.200, mas iniciou outra subida. Desta vez ele chegou a atingir US$ 116.800, mas caiu novamente e passou a maior parte do fim de semana oscilando em torno de US$ 116 mil.
Só que uma nova rejeição empurrou o Bitcoin abaixo de US$ 115 mil pela primeira vez desde sexta-feira. A queda continuou ao longo do domingo (14), fazendo o Bitcoin perder o nível de US$ 115 mil.
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Preço do Bitcoin nas últimas 24 horas. Fonte: CoinGecko.
Zona crítica de realização de lucros
Em 14 de setembro, o analista conhecido como “Doctor Profit” publicou uma análise detalhada no X, mostrando que a faixa de preço atual entre US$ 115 mil e US$ 125 mil representa uma zona crítica de realização de lucro. Ou seja, é nesta região de preço que os traders e grandes investidores estão fazendo as maiores vendas de Bitcoin.
Segundo o analista, nos últimos 30 dias, os grandes detentores se desfizeram de 116 mil BTC, avaliados em cerca de US$ 13 bilhões, marcando a maior venda em massa desde julho de 2022.
Sua análise também mostrou que os fluxos de entrada de ETFs de Bitcoin à vista caíram para apenas 500 BTC por dia, uma queda acentuada em relação aos níveis máximos registrados no final de julho e início de agosto.
PublicidadeEssa queda na demanda, aliada à crescente pressão de venda por parte dos grandes detentores, explica a incapacidade do Bitcoin de romper de forma decisiva. Sem uma absorção institucional constante, o excesso de oferta pesou, fazendo com que o valor do BTC se movesse principalmente lateralmente.
Zona de lucro dos traders impede valorização do Bitcoin. Fonte: Doctor Profit/X.
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