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Bitcoin a US$ 1 milhão? Adam Back aposta alto no próximo ciclo

Bitcoin a US$ 1 milhão? Adam Back aposta alto no próximo ciclo

Published:
2025-05-19 10:00:57
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O CEO da Blockstream dispara a previsão mais ousada do mercado cripto - enquanto os bancos tradicionais ainda tentam entender o que é uma carteira digital.

Veterano do Bitcoin e criptoanarquista, Back baseia sua projeção na escassez programada do ativo e na adoção institucional crescente. ’É matemática simples’, diz, ignorando os olhares céticos de economistas tradicionais.

Enquanto isso, gestores de hedge funds ajustam seus modelos de valuation - entre um café expresso e um ataque de pânico.

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Embora o Bitcoin (BTC) esteja perto das suas máximas, há quem defenda que o preço está muito barato. Uma dessas pessoas é Adam Back, CEO da Blockstream, que afirmou “estranhar” o fato do BTC ainda estar nos US$ 100 mil.

De acordo com Back, o preço do Bitcoin pode subir para US$ 500 mil ou até US$ 1 milhão ainda neste ciclo. Ou seja, essa alta deve ocorrer em algum momento de 2025 até 2027, quando termina o atual ciclo de halving.

Para Back, considerando todo o dinheiro institucional que flui para o setor, o Bitcoin deveria valer mais do que os atuais US$ 101.763 por unidade. Nesta quinta-feira (15), a criptomoeda registra queda de 1,9% e segue perto de tocar um importante suporte que pode levar a uma nova correção.

Preço do Bitcoin.Preço do Bitcoin nas últimas 24 horas. Fonte: CoinGecko.
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Bitcoin a US$ 1 milhão

A atual queda faz o BTC estar apenas 5% em relação à sua máxima histórica, perto de US$ 109.000. Mas caso a previsão mais otimista de Back se concretize, o BTC teria uma valorização de quase 1.000% neste ciclo de alta.

“Acho que este ciclo pode ficar bem alto, mas ele se estende por alguns anos, certo? Então, eu estava pensando em US$ 500.000 a US$ 1 milhão, porque há muita coisa acontecendo. Não me parece haver uma razão lógica clara para estarmos em apenas US$ 100 mil. Isso não é muito alto, considerando todas as diferenças em comparação a alguns anos atrás”, disse Back.

Back destacou a aprovação de ETFs de Bitcoin nos Estados Unidos, que geraram mais de US$ 41 bilhões em entradas líquidas, e as políticas favoráveis ​​às criptomoedas do presidente Donald Trump. Atualmente, os ETFs e a demanda institucional são os principais fatores que puxam o preço para cima.

O recorde mais recente do Bitcoin — atingido em janeiro — não é tão alto em comparação com os ciclos anteriores, considerando o movimento da moeda após o halving. Considerando o histórico de preço, o BTC ainda teria espaço para se valorizar até cerca de US$ 240 mil.

Mas Back disse que acredita que exchanges e investidores individuais tendem a comprar ativos que já subiram, então mais dinheiro fluirá para o espaço à medida que o Bitcoin se valoriza. Isso, por sua vez, cria mais impulso nos preços, fazendo com que a valorização do BTC seja explosiva.

“Acho que, se você atingir uma nova máxima histórica, ela pode rapidamente se tornar muito mais alta”, disse ele.

Back trocou e-mails com o misterioso criador — ou criadores — do Bitcoin, Satoshi Nakamoto, em 2008, ano em que o artigo original que delineou a rede blockchain foi publicado. Por isso, há quem coloque o nome dele como um dos mais cotados para ser o verdadeiro Satoshi – algo que Back já negou diversas vezes.

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