Foxbit ganha aval da CVM para revolucionar crowdfunding com tokenização no Brasil
A Comissão de Valores Mobiliários (CVM) acaba de abrir as portas para a Foxbit operacionalizar crowdfunding com tokenização de ativos no país—um passo ousado que mistura fintech com cripto, enquanto bancos tradicionais ainda discutem se Bitcoin é ’modinha’.
Tradução: investidores agora podem fracionar imóveis, obras de arte ou até recebíveis via blockchain, enquanto a velha guarda do mercado financeiro tira o cavalinho da chuva. A Foxbit, que já opera como exchange de criptomoedas, agora entra no jogo dos ativos tokenizados—setor que movimentou US$ 30 bi globalmente em 2024.
Detalhe saboroso? A regulamentação saiu 3 anos depois do primeiro pedido. Eficiência regulatória, sempre.
O Grupo Foxbit obteve autorização da Comissão de Valores Mobiliários (CVM) para atuar com crowdfunding de investimentos. A licença permite à empresa intermediar ofertas públicas de valores mobiliários por meio digital, com o uso da tecnologia de tokenização.
Na prática, a plataforma poderá conectar empresas em busca de financiamento direto com investidores, usando tokens que representam participação societária, dívidas ou outros direitos financeiros. O modelo é regulado pela Instrução CVM 88 e é voltado principalmente para pequenas e médias empresas.
Nova licença amplia atuação da Foxbit no mercado de ativos digitais
Segundo Ricardo Dantas, CEO da Foxbit, a aprovação reforça a estratégia da companhia de se posicionar como um hub para ativos digitais no Brasil. “Queremos transformar a Foxbit em um grande centro para empresas e investidores que acreditam no potencial dos ativos digitais, com segurança e dentro das regras”, disse.
Foxbit. Imagem site
A nova licença representa mais um passo na consolidação da Foxbit como marketplace de tokens. A ideia é ampliar a oferta de ativos tokenizados, incluindo desde recebíveis e precatórios até cotas de empresas e projetos inovadores, todos dentro de um ambiente regulado.
O movimento também marca a expansão da empresa para além do universo tradicional das criptomoedas, setor no qual atua há mais de 10 anos. “Acreditamos que o futuro dos investimentos está em plataformas abertas, transparentes e reguladas, onde a tokenização terá papel central”, afirmou Dantas.
Com a nova frente de negócios, a Foxbit busca ocupar espaço no mercado emergente da tokenização, uma das tendências mais promissoras da economia digital no país.
O artigo CVM autoriza Foxbit a operar crowdfunding com tokenização de ativos no Brasil foi visto pela primeira vez em BeInCrypto Brasil.
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