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Tesouraria em DOGE: Advogado de Musk assume comando em movimento estratégico

Tesouraria em DOGE: Advogado de Musk assume comando em movimento estratégico

Published:
2025-09-02 12:30:29

Empresa de criptomoedas surpreende mercado ao colocar ex-advogado de Elon Musk no controle de operações com Dogecoin.

Estratégia ousada

A nomeação representa mais uma jogada arriscada no volátil mundo das criptomoedas—porque nada diz 'gestão conservadora' como apostar a tesouraria corporativa em um meme digital.

Movimento especulativo

Analistas questionam se a decisão é baseada em fundamentos sólidos ou apenas na esperança de que Musk volte a tuitar sobre a moeda. O mercado reage com otimismo cauteloso, enquanto tradicionais gestores de risco seguram a respiração.

Porque no universo cripto, as vezes o melhor conselho jurídico vem de quem sabe contornar regulamentos—não necessariamente segui-los.

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O mercado cripto pode estar prestes a assistir a um novo movimento ousado. Investidores receberam propostas para financiar uma empresa de tesouraria dedicada ao Dogecoin (DOGE), segundo fontes próximas ao assunto.

A iniciativa tem o aval da House of Doge, entidade criada em 2025 pela Dogecoin Foundation, com sede em Miami, para promover o memecoin mais popular do mercado.

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Advogado de Musk pode ser nome forte no projeto

A proposta busca levantar pelo menos US$ 200 milhões e já conta com um nome de peso: Alex Spiro, advogado pessoal de Elon Musk.

Segundo documentos enviados a investidores, Spiro deve assumir a presidência da futura companhia listada em bolsa. O envolvimento direto de Musk ainda não foi confirmado, mas a expectativa é de que sua ligação histórica com o Dogecoin possa fortalecer o projeto.

O movimento surge em meio a um cenário em que empresas públicas têm adicionado criptoativos a seus balanços, transformando essas operações em novas formas de exposição ao mercado. Portanto, a ideia é oferecer aos investidores tradicionais acesso indireto a tokens, sem que precisem comprá-los de forma direta.

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Esse tipo de estratégia não tem se limitado apenas a Bitcoin (BTC) e a Ethereum (ETH). Também envolve cada vez mais outras criptomoedas promissoras.

A influência de Musk no Dogecoin

O Dogecoin nasceu em 2013 como uma piada baseada em um meme de Shiba Inu. Mas acabou ganhando tração graças à internet e, principalmente, ao apoio de Musk.

O bilionário já declarou diversas vezes, publicamente, seu apreço pelo token. Por exemplo, chegou a citá-lo em programas de TV. Até mesmo o departamento de eficiência governamental que Musk liderou por alguns meses nos EUA recebeu o acrônimo DOGE.

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No entanto, essa influência não veio sem polêmica. Em 2022, Musk foi acusado em um processo de manipular o mercado ao promover o memecoin em redes sociais. Spiro, que também já defendeu figuras como Jay-Z e Alec Baldwin, atuou em sua defesa e conseguiu a anulação do processo em 2024.

Ao celebrar a decisão judicial, o então advogado do magnata declarou:

É um dia muito bom para o Dogecoin.

O apoio do empresário sempre trouxe picos de valorização para o token. Então, mantém-se a percepção de que sua imagem está diretamente ligada ao desempenho do Dogecoin no mercado.

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Tesourarias cripto ganham força

A ideia de uma tesouraria voltada a criptomoedas não é inédita. A Strategy, antes conhecida como MicroStrategy, foi pioneira nesse campo. Em 2020, a empresa anunciou uma compra massiva de Bitcoin (BTC) para seu caixa corporativo, transformando suas ações em um reflexo do desempenho da maior criptomoeda do mundo.

Também outras companhias seguiram o mesmo caminho, ampliando essa tendência. Segundo a Architect Partners, desde janeiro, 184 empresas listadas em bolsa já haviam anunciado compras de criptoativos que somam quase US$ 132 bilhões.

Tokens mais experimentais já aparecem nas carteiras corporativas. Portanto, fica claro o interesse institucional por diferentes ativos digitais.

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Mas o modelo também levanta questionamentos. Especialistas apontam para riscos de operações internas e possível uso de informações privilegiadas antes de anúncios oficiais. Ainda assim, a procura por veículos que conectem o mercado tradicional ao cripto continua crescendo.

A perspectiva de um ETF de Dogecoin também vem animando o mercado.

Maxi Doge busca espaço próprio

Enquanto o Dogecoin ganha novo fôlego com a possível tesouraria pública, outro projeto paralelo chama a atenção do mercado.

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O Maxi Doge ($MAXI) é uma versão mais ousada e acelerada do DOGE. Por isso, arrecadou mais de US$ 1,5 milhão em sua pré-venda — e deve alcançar US$ 2 milhões em breve.

O $MAXI aposta em uma narrativa de comunidade e engajamento. O token se define como um estilo de vida voltado para investidores agressivos, que veem quedas como oportunidades de entrada. Essa proposta, simples e direta, já atraiu uma base ativa de apoiadores.

Além disso, o roadmap prevê listagens em exchanges e até competições gamificadas para holders, com recompensas que estimulam a participação contínua. A meta é transformar a memecoin em um projeto sustentável, combinando cultura de memes com estratégias de mercado.

A compra do token está disponível no site oficial, por meio de carteiras como MetaMask e Best Wallet. Por isso, é possível usar ETH, BNB, USDT, USDC ou cartão bancário.

Durante a pré-venda, os investidores podem fazer staking com rendimento anual que chega a 385%. No entanto, a taxa deve cair conforme a adesão aumentar.

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Aviso: Este artigo tem funcionalidade exclusivamente informativa, e não constitui aconselhamento de investimento ou oferta para investir. O CriptoFácil não é responsável por qualquer conteúdo, produtos ou serviços mencionados neste artigo.

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