Baker Hughes em 2026: Quarto Trimestre Sólido com BPA Ajustado Subindo 12% – Vale a Pena Investir?
- Como a Baker Hughes se saiu no quarto trimestre de 2025?
- Quais foram os destaques dos segmentos de negócios?
- O que diz a liderança da Baker Hughes?
- Quais são as expectativas para 2026?
- O que os analistas estão dizendo?
- Vale a pena investir na Baker Hughes em 2026?
- Perguntas Frequentes
A Baker Hughes acaba de divulgar seus resultados do quarto trimestre de 2025, mostrando um desempenho robusto com um lucro líquido ajustado de US$ 772 milhões, um aumento de 11% em relação ao ano anterior. O lucro por ação (BPA) ajustado subiu 12%, atingindo US$ 0,78. A receita trimestral permaneceu estável em US$ 7,4 bilhões, enquanto o EBITDA ajustado cresceu 2%, chegando a US$ 1,34 bilhão. O free cash flow disparou 50%, batendo recorde para um quarto trimestre. Vamos analisar os detalhes e o que isso significa para os investidores em 2026.
Como a Baker Hughes se saiu no quarto trimestre de 2025?
A Baker Hughes apresentou números impressionantes no último trimestre de 2025. O lucro líquido ajustado subiu 11% em relação ao mesmo período de 2024, alcançando US$ 772 milhões. O BPA ajustado também teve um desempenho forte, com um aumento de 12%, chegando a US$ 0,78 por ação. A receita trimestral ficou estável em US$ 7,4 bilhões, mas o EBITDA ajustado mostrou um crescimento modesto de 2%, atingindo US$ 1,34 bilhão. O destaque foi o free cash flow, que saltou 50%, alcançando US$ 1,34 bilhão – um recorde para um quarto trimestre, graças a uma gestão eficiente do capital de giro e adiantamentos de clientes.
Quais foram os destaques dos segmentos de negócios?
A Baker Hughes opera principalmente em dois grandes segmentos: Industrial & Energy Technology (IET) e Oilfield Services & Equipment (OFSE). O IET, que inclui equipamentos para turbinas, compressores e infraestrutura energética, teve um desempenho excepcional, com receita crescendo 9% para US$ 3,81 bilhões e EBITDA subindo 19% para US$ 761 milhões. Esse crescimento foi impulsionado por demandas em tecnologias de gás e soluções climáticas, além de um cenário favorável de preços e volumes.
Por outro lado, o segmento OFSE, focado em serviços petrolíferos, enfrentou desafios. A receita caiu 8% para US$ 3,57 bilhões, e o EBITDA recuou 14% para US$ 647 milhões. A pressão nesse segmento reflete as incertezas do mercado de petróleo, mas a diversificação da Baker Hughes ajuda a mitigar esses riscos.
O que diz a liderança da Baker Hughes?
Lorenzo Simonelli, CEO da Baker Hughes, destacou que o segmento IET superou as expectativas, com pedidos atingindo US$ 14,9 bilhões e um backlog recorde de US$ 32,4 bilhões. Ele também enfatizou a geração de free cash flow recorde, resultado de uma execução disciplinada e gestão eficiente de capital. "Nossa diversificação fora do GNL tem sido fundamental para nossa resiliência", afirmou Simonelli.
Quais são as expectativas para 2026?
A Baker Hughes projeta um crescimento orgânico no EBITDA ajustado para 2026, com margens no segmento IET visando 20%, enquanto as margens do OFSE devem permanecer estáveis. A empresa espera uma demanda sustentada em infraestrutura de GNL, gás e sistemas energéticos. Analistas do Jefferies mantêm uma recomendação de "comprar" com um preço-alvo revisado para US$ 59, citando resultados superiores às expectativas e um portfólio diversificado.
O que os analistas estão dizendo?
O Jefferies destacou que a Baker Hughes dobrou sua meta de pedidos para data centers em três anos, elevando-a para US$ 3 bilhões, impulsionada pela demanda por IA. "A orientação para 2026 é favorável", afirmou o banco, ressaltando a diversificação do portfólio da empresa, com 85% dos pedidos do IET vindos de fontes fora do GNL.
Vale a pena investir na Baker Hughes em 2026?
Com um quarto trimestre sólido, crescimento no free cash flow e uma estratégia focada em energia limpa e diversificação, a Baker Hughes parece bem posicionada para 2026. Apesar dos desafios no segmento petrolífero, a força do IET e as expectativas positivas dos analistas sugerem oportunidades interessantes para investidores de longo prazo. Claro, como sempre, faça sua própria pesquisa antes de decidir.
Perguntas Frequentes
Qual foi o lucro por ação (BPA) ajustado da Baker Hughes no quarto trimestre de 2025?
O BPA ajustado foi de US$ 0,78, um aumento de 12% em relação ao mesmo período de 2024.
Como o segmento IET da Baker Hughes se saiu?
O IET teve um crescimento de 9% na receita, atingindo US$ 3,81 bilhões, e um aumento de 19% no EBITDA, chegando a US$ 761 milhões.
Qual é a recomendação do Jefferies para a Baker Hughes?
O Jefferies mantém uma recomendação de "comprar" com um preço-alvo de US$ 59.