Brasil conquista 5º lugar global em adoção de criptomoedas - ranking explosivo revela nova potência financeira

O cenário cripto brasileiro está explodindo - e os números globais confirmam.
Ranking mundial coloca o país no top 5 da revolução digital, superando nações tradicionalmente dominantes no setor financeiro.
Adoção em massa ignora barreiras tradicionais enquanto investidores brasileiros abraçam ativos digitais como hedge contra volatilidade cambial e burocracia bancária.
Movimento acelera enquanto instituições financeiras tradicionais ainda debatem regulamentação - ironicamente, os mesmos bancos que cobram taxas absurdas por transferências internacionais lentas.
O quinto lugar não é apenas uma posição - é um statement sobre o futuro financeiro do país.
Stablecoins em expansão
O estudo abordou também o crescimento das stablecoins, criptomoedas atreladas a moedas fiduciárias. Dados da Chainalysis mostram que, entre junho de 2024 e junho de 2025, o USDT, stablecoin atrelada ao dólar, processou mais de US$ 1 trilhão por mês. Já o USDC, também atrelada à moeda americana, variou de US$ 1,24 trilhão para US$ 3,29 trilhões mensais. Para a Chainalysis, as cifras refletem a evolução do cenário regulatório de stablecoins nos últimos 12 meses.
Embora a Lei GENIUS nos EUA ainda não tenha entrado em vigor, sua aprovação gerou forte interesse institucional, enquanto na UE, o regime de stablecoins da MiCA abriu caminho para o lançamento de stablecoins licenciadas e referenciadas em euros, como a EURC, destacou.