Google recua e volta atrás em proibição de carteiras cripto não custodiais após backlash

O gigante das buscas dobrou-se à pressão da comunidade cripto. Em uma reviravolta digna de Wall Street, a Google reverteu sua polêmica decisão de banir carteiras digitais sem custódia.
O que causou a mudança? A reação foi tão intensa que até os burocratas do Vale do Silício sentiram o calor. Quando os usuários ameaçaram migrar para plataformas descentralizadas, a empresa rapidamente percebeu que 'não custódia' não significa 'não lucrativo'.
Lição aprendida: até os tubarões da tecnologia tremem quando a descentralização mostra seus dentes. Afinal, em cripto, os usuários ainda têm algo que o Google não pode indexar - poder de escolha.
Reversão mostra influência da indústria
A decisão do Google de retirar carteiras não custodiais devido ao requisito de licenciamento é resultado da crescente oposição entre especialistas jurídicos, organizações de defesa das criptomoedas e líderes do setor.
Justin Slaughter, vice-dent de assuntos regulatórios da Paradigm, condenou a medida por ser muito restritiva, especialmente porque o Google enfrenta litígios antitruste. Ele considerou "surpreendente" que a empresa aplicasse essas regras neste momento, rotulando-as como "limitações draconianas" aos desenvolvedores de carteiras sem custódia.
Uma atitude surpreendente do Google, especialmente em meio ao seu litígio antitruste, ao impor repentinamente restrições draconianas a pessoas que disponibilizam carteiras sem custódia na App Store.
Como vemos com o BCRA no Projeto CLARITY/SBC, a codificação pura não deve exigir uma licença federal. https://t.co/ZbFk2DK18s
Slaughter citou propostas pendentes do Congresso que declaram que “a codificação pura não deve exigir uma licença federal”, o que implica que a política pode ser incompatível com o futuro guia do Congresso.
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