Argentina desmantela unidade de investigação da Libra em apenas 3 meses—mais um capítulo na saga de reguladores vs. cripto

O governo argentino puxou o plugue na equipe que investigava a Libra—mal teve tempo de esquentar a cadeira.
Motivo? Não divulgado. Mas a gente sabe como é: quando o assunto é cripto, os reguladores ou correm demais ou desistem antes de começar.
Três meses. Tempo suficiente para um ICO promissor virar pó, mas insuficiente para burocratas entenderem blockchain.
E assim segue o tango: dois passos pra frente, três pra trás. Enquanto isso, o mercado ri—e segue decentralizado.
O governo fecha a unidade de investigação de Libra após apenas 3 meses
A Fallout de Libra forçou o governo argentino a formar rapidamente uma força -tarefa especial, chamada Força -Tarefa Investigativa (UTI), a revisar o drama criptográfico.
A unidade foi criada pelo Decretodent, com assinaturas do Javier e do ministro da Justiça Mariano Cúneo Libarona. Seu trabalho era investigar se havia alguma irregularidade na maneira como Libra foi promovida, que lucrou com isso e se alguma lei foi quebrada.
A UTI também teve o poder de solicitar documentos de órgãos públicos e internacionais, responder às demandas judiciais e relatar qualquer tentativa de encobrir evidências.
Mas três meses após sua criação, a ITU foi desmontada. Um decreto formal, assinado novamente por Javier e Mariano, afirmou que a unidade "cumpriu as funções atribuídas a ela", sem nenhuma explicação adicional.
Esse movimento fechou o inquérito interno do ramo executivo. A ITU nunca divulgou publicamente nenhuma descoberta antes de ser fechada. A decisão veio depois que a raiva pública explodiu, especialmente de investidores criptográficos que acreditavam que o token tinha apoio do governo. Alguns assumiram que Libra era o novo projeto oficial de criptografia da Argentina. Em vez disso, eles ficaram segurando sacos de um token inútil.
Os relatórios revelaram posteriormente que apenas algumas carteiras controlavam a maior parte do suprimento da Libra. Essas carteiras foram esvaziadas logo após o post de Javier, desencadeando o acidente e travando os argentinos cotidianos em perdas.
Os investidores de varejo inundaram os reguladores locais com queixas. Eles exigiram respostas sobre se alguém do governo havia avançado conhecimento e ganhou dinheiro enquanto o público era destruído.
A controvérsia de Libra também atingiu o Congresso da Argentina. Em abril, os legisladores formaram um comitê de investigação especial de 28 membros para analisar ainda mais o caso, mas nenhum processo formal começou.
Apesar de ter sido convocado para aparecer em 14 de maio, nem Mariano Cúneo Libarona nem o ministro da Economia Luis Caputo apareceram. Sua ausência atraiu críticas dos políticos da oposição e de alguns investidores que dizem que o governo está evitando a responsabilidade.
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