JPMorgan congela contas de Blindpay e Kontigo: o que isso revela sobre negócios na Venezuela?

Um banco gigante puxa o freio. Contas congeladas, operações interrompidas — o cenário típico quando o sistema financeiro tradicional encontra areia na engrenagem.
O bloqueio por trás dos nomes
Não foi um erro de sistema nem uma falha operacional. A decisão veio de cima, afetando empresas que mantinham laços com um território economicamente conturbado. O mecanismo é conhecido: congelar, investigar, justificar. Bancos globais não arriscam multas bilionárias por deslizes de compliance.
Quando o tradicional dita as regras
Enquanto isso, em algum fórum online, um trader comenta, entre um gole de café e a observação de um gráfico: 'Mais um dia, mais uma prova de que o sistema antigo controla quem pode jogar.' A ironia não passa despercebida — a mesma engrenagem que alguns querem substituir ainda define quem fica de fora.
O episódio serve como um lembrete cortante. Na dança entre inovação financeira e regulamentação rígida, são os passos dos grandes bancos que, por enquanto, ainda marcam o ritmo para todos os outros.
Trump apreende petroleiros e considera o petróleo venezuelano um ativo dos EUA
Enquanto o JPMorgan restringia o acesso, odent Donald Trump seguia a todo vapor com novas ações contra a Venezuela. Há duas semanas, o governo Trump interceptou dois petroleiros carregados de petróleo venezuelano, e um terceiro está sendo trac.
Em declarações à imprensa, odent disse: "Talvez o vendamos, talvez o mantenhamos. Talvez o utilizemos nas reservas estratégicas. Também vamos ficar com os navios."
No centro da repressão está a estatal petrolífera venezuelana, PDVSA, já incluída na lista negra pelas Ordens Executivas 13850 e 13884 desde 2019. O Departamento do Tesouro de Trump afirmou em comunicado oficial que as vendas de petróleo estão mantendo o regime de Nicolás Maduro no poder.
No início deste mês, eles classificaram oficialmente o fentanil (que, segundo eles, circula pela Venezuela) como uma “arma de destruição em massa”
Em 11 de dezembro, o Departamento do Tesouro dos EUA sancionou seis empresas de transporte marítimo que vinham retirando petróleo da Venezuela usando táticas obscuras de localização e transmissões de dados falsas.
A primeira empresa é a Myra Marine Limited, sediada nas Ilhas Marshall. Em seguida, vem a Arctic Voyager Incorporated, também das Ilhas Marshall. Depois, há a Poweroy Investment Limited, registrada nas Ilhas Virgens Britânicas. A Ready Great Limited, também das Ilhas Marshall, também foi aprovada, juntamente com a Sino Marine Services Limited, uma empresa registrada no Reino Unido que opera o TAMIA (IMO: 9315642), que estava registrado em Hong Kong.
Por último, a Full Happy Limited, também registrada nas Ilhas Marshall, teve seu navio contaminado com petróleo no final de maio e enviado para a Ásia. Assim como as outras, recebeu a mesma designação: EO 13850.
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