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WhiteBIT garante presença em múltiplos índices S&P de criptomoedas, com WBT conquistando reconhecimento institucional

WhiteBIT garante presença em múltiplos índices S&P de criptomoedas, com WBT conquistando reconhecimento institucional

Published:
2025-12-03 18:23:55
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A WhiteBIT garante presença em múltiplos índices de criptomoedas da S&P, à medida que a WBT conquista reconhecimento institucional.

O token WBT da WhiteBIT acaba de entrar para o clube exclusivo. A exchange garantiu presença simultânea em vários índices de criptomoedas da S&P Global, um movimento que sinaliza uma mudança tectônica na forma como o mercado tradicional avalia os ativos digitais.

O que isso realmente significa? Mais do que um selo de aprovação

Essa inclusão não é apenas um troféu para a prateleira. Funciona como um sinalizador para grandes fundos, family offices e instituições que antes observavam o mercado de cripto de longe. Esses índices são os mapas que os gestores de patrimônio usam para navegar. Ter o WBT listado em múltiplos deles coloca o token diretamente no radar de bilhões em capital institucional – capital que exige conformidade, transparência e um caminho claro para a regulamentação.

A corrida pela legitimidade está aquecida

O mercado de criptomoedas está em uma transição dolorosa, mas necessária, da anarquia para a aceitação mainstream. Exchanges que conseguem navegar pelo labirinto regulatório global – como a licença da FSA em Gibraltar – estão saindo na frente. A inclusão em índices da S&P é o próximo degrau lógico: transforma um ativo de nicho em um componente de portfólio. Para os investidores, reduz o risco percebido. Para o mercado, injeta uma dose de seriedade que vai muito além do hype dos memecoins.

O veredito final? Um passo gigante para o WBT, um sinal de maturidade para o setor. Ainda é um jogo para os fortes, onde sobrevivem os que combinam tecnologia sólida com governança impecável. O resto? Fica para trás, como mais uma promessa vazia no cemitério das criptomoedas esquecidas – um lembrete cínico de que, no final, até na revolução financeira, os grandes jogadores sempre escrevem as regras.

A corretora WhiteBIT foi adicionada aos índices S&P após atender aos requisitos. 

O índice S&P BDM, que figura entre os benchmarks mais utilizados pela provedora, acompanha os principais ativos digitais com uma estrutura de mercado bem definida. A metodologia utilizada é praticamente idêntica à do índice de ações S&P 500. 

Nosov descreveu as inclusões no índice como um marco para a empresa e seu ecossistema mais amplo, após sua introdução no mercado americano no início de dezembro. 

“O reconhecimento da S&P DJI sinaliza que a infraestrutura de criptomoedas da nossa região atingiu os padrões institucionais globais. Este é um ponto de virada não apenas para a nossa empresa, mas também para a evolução dos serviços de criptomoedas em conformidade com as regulamentações em todo o mundo”, disse ele ao Cryptopolitan.

A decisão da S&P DJI coincide com um período de desempenho estável para o WBT, que atingiu um recorde de US$ 65,30 em 18 de novembro, um desempenho sólido em meio a um inverno cripto que derrubou os preços da maioria das altcoins. 

De acordo com as atualizações no momento desta publicação, o WBT está sendo negociado abaixo de sua máxima histórica de US$ 62,14, mas ainda está acima das médias móveis de curto e médio prazo. A média móvel simples (SMA) de sete dias do token está em US$ 58,96, enquanto a SMA de 30 dias está em US$ 55,89, ambos níveis de suporte psicológico para a moeda nativa da exchange.

Se a notícia da inclusão da DJI no S&P for a razão para a alta de 0,55% nas últimas 24 horas, alguns traders de curto prazo podem considerar realizar lucros, visto que o ativo se aproxima da resistência perto de US$ 61,77. Mesmo assim, a criptomoeda valorizou mais de 41% nos últimos sessenta dias, após um movimento decisivo que a levou a US$ 65,30, a máxima de novembro. 

WhiteBIT celebra expansão para os EUA e América Latina.

A Cryptopolitan noticiou no início desta semana que a exchange iniciou suas operações nos EUA após obter as licenças necessárias. De acordo com o CEO Nosov, a exchange pretende abranger pelo menos 50 estados, estabelecendo sua sede regional em Nova York.

No início de novembro, a WhiteBIT expandiu seus serviços B2B e B2C para a Argentina e o Brasil. As políticas favoráveis às criptomoedas na Argentina e o uso de stablecoins como proteção contra a inflação persistente atraíram a exchange, que prometeu ampliar o acesso a ativos digitais para pessoas físicas e jurídicas.

No Brasil, a exchange estabeleceu uma filial dedicada em preparação para o lançamento formal assim que a futura regulamentação de VASPs (provedores de serviços de ativos virtuais) do país entrar em vigor ainda este ano. A Chainalysis reconhece o Brasil como uma das principais jurisdições da América Latina para transações com ativos digitais e adoção de blockchain em nível empresarial.

A América Latina é uma das regiões mais dinâmicas do mundo em termos de adoção de criptomoedas. A obtenção da nossa licença na Argentina e a preparação do nosso lançamento no Brasil são marcos importantes na nossa missão de impulsionar a adoção global de criptomoedas, oferecendo soluções de ativos digitais confiáveis, transparentes e inovadoras para os usuários.

Volodymyr Nosov, CEO da WhiteBIT.

Além de expandir sua presença no Ocidente, a WhiteBIT comemora seu sétimo ano de operação em 2025 sob a gestão do W Group, com mais de 35 milhões de usuários em todo o mundo.

O W Group está realizando uma campanha global de educação sobre criptomoedas para ajudar novos investidores a entender e confiar em moedas digitais, que incluirá vídeos educativos exibidos em telões na Times Square durante a semana de estreia no mercado dos Estados Unidos.

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