Blockchain no horizonte do Drex: coordenador do BC revela avanços revolucionários
O futuro digital do Real está sendo moldado nos corredores do Banco Central - e a blockchain é a estrela principal do show.
O coordenador do projeto Drex confirmou que a tecnologia descentralizada será a espinha dorsal da moeda digital brasileira, posicionando o país na vanguarda da inovação financeira global.
Enquanto bancos tradicionais ainda debatem sistemas legados, o BC corta diretamente para a solução definitiva: infraestrutura imutável, transparente e eficiente.
O Drex não é apenas mais uma iniciativa - é a demonstração prática de que reguladores podem, sim, abraçar disrupção sem sacrificar segurança ou controle.
Claro, sempre há aqueles céticos que lembram que toda revolução promete maravilhas... até precisar lidar com a realidade dos traders de varejo e a volatilidade típica do mercado.
Mas desta vez, diferente das criptomoedas especulativas, temos autoridade monetária, estrutura regulatória e um propósito claro: modernizar o sistema financeiro brasileiro.
O projeto avança, os testes continuam e o horizonte blockchain do Drex se aproxima rapidamente - preparem-se para ver o Real como nunca imaginamos.
Siga o CriptoFacil no
O Banco Central (BC) não descartou o uso de blockchain no projeto Drex, mesmo após anunciar que a próxima etapa do piloto deixará de lado a tecnologia. A confirmação foi feita por Fabio Araujo, coordenador da iniciativa, durante o evento Meridian 2025, promovido pela Stellar Development Foundation nesta quarta-feira (17).
Conforme matéria da Exame, Araujo afirmou que a mudança de rota ocorre porque a diretoria do BC estabeleceu a necessidade de entrega de resultados em curto prazo. Nesse contexto, a tecnologia blockchain apresentou obstáculos relacionados à privacidade e escalabilidade, o que levou a equipe a buscar alternativas para a fase atual, voltada ao setor de crédito.
Publicidade- Leia também: Maior corretora de derivativos do mundo vai lançar opções de Solana e XRP
Piloto e desafios técnicos do Drex
O piloto do Drex, em andamento desde 2023, testou diferentes aplicações de blockchain, mas enfrentou barreiras ao lidar com a proteção de dados dos usuários.
“A questão era como garantir privacidade sem colocar em risco o ecossistema e mantendo a segurança necessária para a população”, explicou Araujo.
Apesar de a terceira fase do piloto não contar com blockchain, o coordenador enfatizou que a iniciativa segue conectada a laboratórios de tokenização, estudos com outras autoridades monetárias sobre moedas digitais de bancos centrais (CBDCs) e pesquisas com redes distribuídas (DLTs).
O Banco Central projeta que, no futuro, o Drex funcione em um ecossistema híbrido. A moeda digital oficial ofereceria estabilidade ao sistema financeiro, enquanto ativos digitais privados poderiam ampliar os serviços disponíveis ao público.
Confira nossas sugestões de Pre-Sales para investir agora
Araujo comparou o avanço esperado ao impacto do Pix, ferramenta que trouxe milhões de brasileiros para o sistema financeiro.
“Agora precisamos tornar os serviços mais acessíveis e baratos para a população”, afirmou.
Próximos passos do Drex
De acordo com o coordenador, a tokenização de ativos do mundo real tem atraído forte interesse do setor privado, que participa ativamente das discussões técnicas. Ele destacou que, embora os desafios tecnológicos sejam relevantes, a expectativa é de avanços significativos nos próximos meses.
Com a mudança de foco, o Drex busca consolidar sua próxima fase em crédito, sem perder de vista o papel estratégico da blockchain e das DLTs na construção de sua infraestrutura de longo prazo.
Publicidade- Leia também: SEC pode beneficiar criptomoedas com novas regras sobre ETFs