Base, a rede da Coinbase, está avaliando lançar seu próprio token nativo – e o mercado já está em polvorosa
A Base, a layer-2 da Coinbase, está considerando seriamente entrar no jogo dos tokens nativos – movimento que pode redefinir completamente seu posicionamento no ecossistema DeFi.
RUMORES DE MERCADO
Fontes próximas à equipe de desenvolvimento indicam que a discussão interna já avançou para modelos tokenômicos específicos. A estratégia miraria replicar o sucesso de outras chains como a BNB – mas com a credibilidade regulatória da Coinbase por trás.
IMPACTO POTENCIAL
Um token da Base poderia desbloquear novos casos de uso para a rede, desde governança até mecanismos de redução de fees. A comunidade já especula sobre possíveis airdrops para usuários ativos – porque nada motiva mais a adoção do que a promessa de ganhos gratuitos.
O CENÁRIO COMPETITIVO
Enquanto isso, outras L2s observam atentamente. A entrada da Base no mercado de tokens nativos aumentaria significativamente a pressão competitiva – especialmente considerando a base de usuários massiva da Coinbase.
E claro, os grandes players de Wall Street já estão de olho – porque quando se trata de criar novos ativos digitais, eles nunca perdem uma oportunidade de lucrar em cima da especulação alheia.
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A Base, solução de segunda camada construída sobre Ethereum e incubada pela Coinbase, começou a avaliar a possibilidade de emitir um token nativo. A informação foi revelada por Jesse Pollak, criador da Base, durante a conferência BaseCamp, realizada em Vermont, na segunda-feira (15).
Até recentemente, executivos da Coinbase afirmavam que não havia planos de criar um ativo para a rede. Hoje, a Base utiliza ETH como token de gás. Contudo, Pollak destacou que a discussão sobre uma emissão própria está em andamento, ainda sem decisão final.
PublicidadeTanto Pollak quanto o CEO da Coinbase, Brian Armstrong, trataram do tema. Armstrong confirmou em publicação no X que o projeto está em fase de exploração. No entanto, reiterou que “não há planos definitivos”,
Fonte: Jesse Pollak/ X
Base, da Coinbase, reconsidera planos
De acordo com os desenvolvedores, o foco inicial era lançar uma rede segura, de baixo custo e atrativa para desenvolvedores, e a ausência de um token ajudava a concentrar esforços no produto principal. No entanto, um ativo nativo poderia agora acelerar a descentralização da Base e ampliar oportunidades para construtores e criadores no ecossistema.
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O debate acontece em um momento em que outras redes ligadas ao Optimism Superchain, como a Ink, incubada pela Kraken, já anunciaram planos de lançar tokens utilitários próprios.
Desde sua criação em 2023, a Base acumulou marcos relevantes, como transações abaixo de um centavo e em menos de um segundo. Além disso, a rede avançou ao estágio 1 do modelo de descentralização de rollups proposto por Vitalik Buterin, após adotar provas de fraude sem permissão.
Na conferência, Pollak também anunciou a integração da Base com a rede Solana por meio de uma ponte de código aberto. Essa integração permitirá que usuários movimentem SOL e tokens SLP em aplicações da Base, além de exportar ativos da Base para Solana.
PublicidadeA Coinbase destacou que qualquer eventual lançamento de token será conduzido em diálogo com reguladores e legisladores, área sensível para ativos ligados a exchanges. Enquanto isso, as ações da Coinbase (COIN) encerraram a segunda-feira em US$ 327,26, alta de 1,3%.
Preço da COIN – Fonte: TradingView
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