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Banco Inter revoluciona transações internacionais com Drex via Chainlink em operação pioneira com Hong Kong

Banco Inter revoluciona transações internacionais com Drex via Chainlink em operação pioneira com Hong Kong

Published:
2025-11-03 18:00:07
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Bancos brasileiros finalmente descobrem que blockchain existe - e funciona melhor que sistemas tradicionais.

A Nova Era das Transações Cross-Border

Enquanto instituições financeiras globais ainda debatem regulamentações, o Banco Inter simplesmente executou. A integração Drex-Chainlink corta intermediários, reduz custos e acelera settlements de dias para minutos.

Hong Kong como Laboratório Financeiro

A escolha do hub asiático não foi acidente. Reguladores locais abraçam inovação enquanto outros mercados ainda travam batalhas ideológicas sobre criptomoedas.

O Futuro Chegou - E Tem CNPJ

Instituições tradicionais assistem de camarote enquanto fintechs brasileiras reescrevem as regras do jogo. A ironia? Bancos que antes temiam Bitcoin agora correm para implementar tecnologia blockchain - desde que possam chamar de 'sua'.

Uma única transação bem-sucedida vale mais que mil white papers. Especialmente quando envolve menos taxas que uma operação Swift tradicional - algo que certamente fará alguns banqueiros suíços perderem o sono.

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Em meio aos esforços do Brasil para reduzir a dependência do dólar nas transações globais – estratégia reforçada após recentes tensões comerciais com os Estados Unidos – um avanço tecnológico promete acelerar essa transição. O Banco Inter, em parceria com a empresa de blockchain Chainlink, realizou um teste bem-sucedido utilizando o Drex, moeda digital do Banco Central, em operação comercial com Hong Kong.

DREXChainlink comemora uso do DREX. Fonte: X.com

O experimento, realizado como parte da Fase 2 do projeto DREX, representa um marco estratégico para a política externa brasileira e para o sistema financeiro nacional. Isso porque, pela primeira vez, o DREX serviu o como moeda direta em transação internacional. Dessa forma, o Real Digital estabeleceu uma ponte financeira entre Brasil e Hong Kong sem a intermediação do dólar americano.

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A operação conectou a plataforma brasileira DREX ao sistema Ensemble, projeto de moeda digital do banco central de Hong Kong. O processo contou com supervisão direta das autoridades monetárias dos dois países. A iniciativa demonstra a viabilidade técnica das moedas digitais nacionais como alternativa ao sistema tradicional dominado pela moeda dos EUA.

A infraestrutura da Chainlink atuou como intermediária tecnológica entre as duas redes blockchain. Assim, permitiu que contratos inteligentes coordenassem a transferência de valores entre as jurisdições em tempo real.

O teste incluiu mecanismos essenciais como o Pagamento versus Pagamento, que garante a troca simultânea das moedas digitais. Além disso, contou com a Entrega versus Pagamento, que assegura a liberação automática dos recursos após confirmação digital da mercadoria.

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Real digital

O DREX, como moeda digital oficial do Banco Central, diferencia-se das criptomoedas convencionais por ser uma versão digital do Real, com mesma garantia e regulamentação do dinheiro tradicional.

A ferramenta promete transformar significativamente as negociações internacionais do Brasil. Afinal, reduz custos ao eliminar intermediários, agiliza processos que hoje levam dias para conclusão, aumenta a segurança das transações e traz maior transparência a todas as etapas do processo.

Além do Banco Inter e da Chainlink, o projeto contou com a participação de instituições financeiras globais. Entre elas, o Standard Chartered e entidades especializadas em comércio exterior como a Global Shipping Business Network. A diversidade de participantes demonstra o interesse conjunto do setor privado em modernizar as operações financeiras internacionais.

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Os parceiros do projeto já planejam expandir os testes para incluir outros modelos de negócio e conectar mais instituições financeiras à rede.

Os especialistas esperam que, em um futuro próximo, empresas realizem operações de exportação e importação com a mesma simplicidade e velocidade de uma transferência doméstica, porém em escala internacional. Este avanço fortalecerá a integração do Brasil com a economia global, beneficiando empresas de todos os portes que atuam no comércio exterior.

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