Samsow Mow Desafia Países: Mineração de Bitcoin Supera Compra Direta em Estratégia Soberana
Enquanto nações disputam reservas digitais, visionário propõe revolução na aquisição de criptomoedas
Estratégia de Mineração Nacional
Países que enterram bilhões em compras diretas de Bitcoin estão perdendo a jogada estratégica - a mineração doméstica não só garante emissão direta de ativos como constrói infraestrutura energética e tecnológica. A receita de Samsow Mow corta o intermediário e transforma recursos naturais em reserva monetária do século XXI.Vantagens Soberanas
Mineração nacional bypassa dependência de exchanges estrangeiras, reduz riscos geopolíticos e cria empregos de alta tecnologia - enquanto Wall Street ainda discute alocações de 1% em portfólio, nações mineradoras já acumulam Bitcoin a custo abaixo de mercado. Uma ironia financeira: países que imprimem moeda fiduciária sem limites hesitam em criar o dinheiro mais escasso da história.O Futuro das Reservas
Quando o último satoshi for minerado em 2140, nações que adotaram mineração hoje terão não apenas Bitcoin - terão soberania energética, expertise tecnológica e independência financeira. Enquanto isso, tesouros nacionais continuam acumulando títulos de governos que desvalorizam suas próprias moedas - porque é mais fácil seguir rebanhos do que liderar revoluções.
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Durante a PlanB Conference, em Lugano, na Suíça, que contou com apoio da brasileira SmartPay, o empresário Samson Mow, CEO da Jan3, afirmou que os países não deveriam comprar Bitcoin diretamente. Em vez disso, ele defende que os governos passem a minerar Bitcoin como forma de fortalecer suas economias e reduzir dependências externas.
De acordo com Mow, a mineração é uma estratégia mais inteligente, segura e politicamente viável para construir reservas nacionais em criptomoedas. Ele argumenta que a compra de Bitcoin por governos ainda gera grande resistência política e institucional.
Publicidade“Um governo comprando Bitcoin com fundos públicos seria visto como algo especulativo. Isso abriria um debate enorme sobre se os Estados deveriam investir em Bitcoin”, afirmou o executivo.
Por outro lado, a mineração transforma energia excedente em valor real, sem a necessidade de aprovação legislativa ou burocrática. Mow lembrou que muitos países possuem grandes volumes de energia ociosa, desperdiçada ou vendida a preços irrisórios.
Durante sua fala, ele destacou o caso do Paraguai, que tem cerca de 4 terawatts-hora de energia excedente por ano.
“Essa energia poderia gerar entre 1.200 e 1.400 Bitcoins anualmente, mas hoje é vendida com prejuízo”, observou. Para ele, essa prática representa uma perda de oportunidade econômica significativa.
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Minerar Bitcoin

Mow citou o Butão como exemplo de país que adotou uma postura estratégica e pragmática. O pequeno reino asiático começou a minerar Bitcoin com energia excedente e hoje possui mais de US$ 1 bilhão em reservas.
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“Eles usaram o lucro para construir um novo aeroporto. Isso mostra que a energia gera dinheiro e impulsiona o uso produtivo dos recursos”, afirmou.
O empresário acredita que esse tipo de iniciativa pode mudar a mentalidade de governos em todo o mundo. Quando outros países percebem que podem converter energia em riqueza digital, eles deixam de ver a mineração como algo especulativo e passam a tratá-la como política energética eficiente e sustentável.
Além disso, Mow também comentou sobre os Estados Unidos, que, segundo ele, estão acumulando Bitcoin de forma indireta, através de fundos e ativos apreendidos em investigações.
“O governo dos EUA já possui cerca de US$ 14 bilhões em Bitcoin. Isso mostra que há um movimento silencioso de acumulação”, disse.
Apesar do avanço, o empresário reconhece que existem riscos políticos e jurídicos no processo. “Governos podem confiscar Bitcoins sob justificativas ilegais. Esse é o preço de viver na sociedade moderna”, alertou.
PublicidadeDe acordo com ele, a mineração representa o caminho mais equilibrado.
“O método mais inteligente não é gastar dinheiro comprando Bitcoin, mas transformar energia em Bitcoin. Assim, cada país cria sua própria reserva, reduz a dependência de moedas estrangeiras e fortalece sua soberania”, concluiu Mow.
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