Mastercard e Gigantes Bancários Globais Abraçam Layer 2 do Ethereum - Revolução Institucional em Andamento
Os tradicionais guardiões das finanças globais finalmente descobriram a chave para escalar o futuro.
Adoção Institucional em Massa
Mastercard une forças com os maiores bancos mundiais para implementar soluções Layer 2 da Ethereum - movendo bilhões em transações para fora das redes congestionadas. A infraestrutura bancária tradicional está sendo reprogramada em tempo real.
Tecnologia que Resolve o Dilema da Escalabilidade
Transações que antes levavam minutos agora finalizam em segundos. Custos que consumiam margens de lucro caíram para frações de centavo. A arquitetura financeira herdada do século XX está sendo desmontada peça por peça.
O Ironicamente Belo da Adoção Tradicional
As mesmas instituições que há uma década ridicularizavam criptomoedas agora correm para construir sobre elas - porque quando os lucros estão em jogo, até os bancos mais conservadores aprendem a codificar.
O futuro das finanças não será construído sobre sistemas legados, mas sobre protocolos abertos que qualquer um pode auditar - mas poucos entenderão completamente.
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O setor financeiro global começa a dar um passo concreto rumo à adoção das redes blockchain de segunda camada. A Matter Labs, desenvolvedora da ZKsync, anunciou o lançamento do projeto Prividiums. Trata-se de uma iniciativa que conecta grandes instituições financeiras, como Mastercard, Citi, Deutsche Bank, Santander e Fidelity, a uma nova infraestrutura baseada no Ethereum.
De acordo com a empresa, a proposta une o melhor dos dois mundos: a privacidade e o controle de redes privadas com a segurança e a interoperabilidade da rede pública do Ethereum. O modelo, descrito como uma arquitetura híbrida, promete atender a casos de uso financeiros complexos. Entre eles, pagamentos internacionais e acordos de recompra intradiários, que exigem liquidez, rastreabilidade e conformidade regulatória.
PublicidadeDurante o anúncio, a ZKsync afirmou que o mercado financeiro vive “um momento de adaptação ou morte”. A declaração reflete a pressão crescente sobre bancos e processadoras de pagamentos para adotarem soluções programáveis e sempre ativas, compatíveis com o ritmo digital imposto pelas novas tecnologias de blockchain e contratos inteligentes.
O projeto Prividiums foi apresentado em uma série de workshops conduzidos em parceria com a Deloitte, reunindo mais de 35 instituições financeiras. De acordo com a ZKsync, o interesse foi imediato, já que as empresas buscam melhorar a eficiência operacional e reduzir custos de transação.
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L2 no Ethereum ganha força com grandes instituições
A proposta reforça a visão de que as redes de segunda camada (L2) podem se tornar o caminho preferencial para a adoção corporativa do Ethereum. Ao permitir transações mais rápidas e baratas, as L2 oferecem o ambiente ideal para que grandes bancos e processadoras como a Mastercard explorem casos de uso reais.
Apesar da magnitude do anúncio, o token nativo da ZKsync (ZK) permanece em tendência de baixa desde janeiro de 2025, segundo dados da CoinGecko. Analistas apontam que o mercado não precificou positivamente a adoção institucional, refletindo um sentimento de espera por resultados concretos do projeto antes de reagir.
O lançamento do token ZK, ocorrido em meados de 2024, distribuiu moedas a usuários ativos da rede. No entanto, a pressão vendedora aumentou à medida que a narrativa de curto prazo perdeu força. Ainda assim, especialistas acreditam que a entrada de players como Mastercard e Citi pode mudar a percepção de longo prazo, consolidando a ZKsync como uma das principais soluções de segunda camada do Ethereum.
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