BNB supera US$ 1.000: novo recorde histórico em formação?
O BNB quebrou a barreira psicológica dos US$ 1.000 - e os traders estão se perguntando se isso é apenas o começo.
Momentum implacável
O token nativo da Binance disparou para território inexplorado, marcando mais um marco em sua trajetória ascendente. A quebra de resistência em quatro dígitos acontece enquanto o ecossistema DeFi da exchange continua expandindo - porque nada diz 'descentralização' como um token intimamente ligado à maior exchange centralizada do mundo.
Análises técnicas sugerem que o movimento pode ter combustível restante. Os níveis de suporte se consolidaram acima das médias móveis anteriores, enquanto o volume de negociação acompanha o movimento de preço - um sinal clássico de força institucional.
O que vem a seguir?
Com o BNB estabelecendo novos patamares, a pergunta que todos fazem é: até onde pode ir? Os otimistas apontam para a queima contínua de tokens e a expansão da blockchain BSC. Os céticos lembram que até mesmo os foguetes mais impressionantes eventualmente precisam reabastecer - geralmente quando os reguladores decidem que brincar de banco sem licença bancária é, bem, banking.
Enquanto isso, os holders comemoram - e os que ficaram de fora se perguntam se ainda há tempo para embarcar nesse trem foguete. Porque no mundo das criptomoedas, o único thing mais previsível que a volatilidade é a capacidade humana de acreditar que 'desta vez é diferente'.
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A BlackRock, maior gestora de ativos do mundo, atingiu uma marca impressionante. De acordo com o analista Eric Balchunas, a gestora detém 4% da oferta total de Bitcoin por meio de seu iShares Bitcoin Trust ETF (IBIT).
O fundo tem mais de 768 mil BTC sob custódia, segundo os dados de Balchunas. No total, a gestora tem o equivalente a US$ 87 bilhões em ativos sob gestão, considerando o atual preço do Bitcoin. Esse número faz a BlackRock se tornar a segunda entidade com mais BTC, perdendo apenas para os 1,1 milhão atribuídos a Satoshi Nakamoto, criador da criptomoeda.
PublicidadeO analista da Bloomberg, Eric Balchunas, descreveu esse desenvolvimento como “extraordinário“, observando que os ETFs de ações não conseguem igualar essa estatística, apesar de serem significativamente mais antigos que o IBIT.
ETF de Bitcoin da BlackRock quebra novo recorde. Fonte: Eric Balchunas/X.
“Incrível”
Em sua publicação, Balchunas descreveu a participação do IBIT em 3,8% do fornecimento de Bitcoin como “insana“. Afinal, acumular 4% da oferta global de um ativo é uma tarefa que demanda muito investimento.
A título de comparação, um ETF de ações precisaria ter US$ 2,2 trilhões em ativos para ter uma participação semelhante em sua classe de ativos. De fato, o ETF que replica o S&P 500 (SPY) detém 1,1% do valor global das ações, e tem 32 anos de existência, enquanto o IBIT ainda é um “bebê” com menos de 2 anos.
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Enquanto isso, Balchunas havia destacado anteriormente o sucesso coletivo dos ETFs de Bitcoin. Nesse sentido, os fundos da criptomoeda arrecadaram US$ 7,8 bilhões no terceiro trimestre deste ano. Suas entradas líquidas agora somam US$ 21,5 bilhões no acumulado do ano (YTD) e US$ 57 bilhões desde o lançamento.
Vale frisar que essa captação recorde ocorreu apesar das recentes quedas de preço do Bitcoin. Mesmo assim, a criptomoeda registra alta de 4,7% em setembro – até o fechamento desta matéria. Desde o lançamento dos ETFs em janeiro de 2024, o Bitcoin subiu 340%.
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BlackRock no rastro de Satoshi
Com o novo recorde, a BlackRock tornou-se a segunda maior detentora de Bitcoin, atrás apenas de seu fundador, Satoshi Nakamoto. Satoshi detém US$ 1,12 milhão em BTC, enquanto a maior gestora de ativos do mundo detém 768.264 BTC.
PublicidadeMas Balchunas prevê que a gestora de ativos poderá se tornar a maior detentora de Bitcoin até 2026. Essa previsão tem como base as captações recordes de valor feitas pelo seu ETF de Bitcoin.
Ele também comentou na ocasião que se o BTC atingir US$ 150 mil nos próximos meses, o IBIT pode superar Satoshi antes do verão (no hemisfério norte). Caso o novo rali de alta do Bitcoin ocorra, Balchunas afirma que pode haver uma “onda de especulação” por parte dos consultores.
Essa onda pode já estar em andamento, principalmente com a segunda maior gestora de ativos, a Vanguard, considerando fornecer acesso a ETFs de criptomoedas em meio à crescente demanda de seus clientes. Se o IBIT entrar na lista da Vanguard, a demanda pelas cotas do fundo tende a aumentar de forma exponencial.
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