Brasil domina ranking de stablecoins: mercado nacional é um dos mais aquecidos do mundo
O Brasil está entre os líderes globais na adoção de stablecoins - e os números comprovam.
Enquanto bancos tradicionais ainda travam guerras contra Pix e cartões, brasileiros migram em massa para ativos digitais lastreados em dólar. A fuga da volatilidade do real nunca fez tanto sentido.
E tem mais: nossa infraestrutura de cripto já supera a de países desenvolvidos. Exchanges locais processam volumes que deixariam corretoras europeias com inveja.
Claro, os bancões vão continuar culpando 'especuladores' enquanto cobram spreads abusivos. Mas o mercado já decidiu: stablecoin veio para ficar - e o Brasil está na vanguarda.
O volume de negociação com stablecoins segue em alta no Brasil. Segundo dados da plataforma Biscoint, os usuários movimentaram R$ 9,63 bilhões em USDT, da Tether, ao longo do mês de junho. De maio a junho, teve alta de 32%.
O número de tokens negociados subiu de 1,28 bilhão para 1,73 bilhão, enquanto a média diária aumentou de 41,28 milhões para 57,66 milhões de unidades. A expansão ocorreu mesmo com leve queda no preço médio do ativo.
Com o avanço contínuo desses ativos, o Brasil se consolida como um dos principais mercados da América Latina. De fato, as stablecoins têm potencial para se tornarem elementos centrais do sistema financeiro, ao oferecerem previsibilidade, acessibilidade e segurança operacional.
Bitybank lidera movimentação com USDT no país
Entre as corretoras brasileiras, o Bitybank se destacou como a maior operadora do par USDT-BRL, sendo responsável por 5,4% do volume negociado em junho. A liderança vem sendo mantida desde o início de 2025, refletindo o uso crescente das stablecoins para pagamentos, remessas e proteção patrimonial.
De acordo com a Forbes, o valor de mercado global das stablecoins já supera US$ 237,11 bilhões. No Bitybank, 50% das movimentações ocorrem por meio desses ativos, e o volume transacionado com stablecoins aumentou 160% em um ano. O cenário aponta para a consolidação dessas moedas digitais como parte estrutural do sistema financeiro digital.
Para atender à demanda do setor empresarial, o Bitybank lançou o Bity Payments, plataforma voltada a empresas que realizam transações internacionais. O serviço foi criado para oferecer maior agilidade e economia em comparação ao sistema bancário tradicional.
Com ele, eliminamos obstáculos como taxas elevadas para transferências internacionais, prazos longos de compensação e dificuldades no câmbio. É uma aplicação direta e funcional das criptomoedas para resolver dores reais das empresas, afirmou Sarah Uska, analista de criptoativos do Bitybank.
Além disso, a ferramenta permite o envio e o recebimento de valores por meio de stablecoins como USDC e USDT, reconhecidas como versões digitais do dólar. Como essas redes operam de forma descentralizada, os sistemas processam e liquidam as transações em minutos, mantendo-as disponíveis 24 horas por dia, todos os dias da semana.
O artigo Brasil é um dos principais mercados de stablecoins, diz pesquisa foi visto pela primeira vez em BeInCrypto Brasil.
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