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XRP: Começam os ETFs! Oportunidade Bilionária Ignorada por Empresas Tradicionais

XRP: Começam os ETFs! Oportunidade Bilionária Ignorada por Empresas Tradicionais

Published:
2025-11-24 16:00:00
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Mercado financeiro tradicional perde R$ 300 bilhões em consignado privado enquanto criptomoedas disparam

XRP lidera revolução com aprovação de ETFs

Enquanto instituições convencionais continuam presas em modelos ultrapassados, o setor de criptomoedas avança com inovações que deixam Wall Street no passado. Bancos tradicionais ignoram oportunidades óbvias - quem diria que instituições financeiras poderiam ser tão lentas para perceber tendências?

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O contraste não poderia ser mais evidente: de um lado, empresas que deixam R$ 300 bilhões na mesa por medo de inovar; do outro, ativos digitais que redefinem o conceito de valor e liquidez. XRP não apenas conquista espaço no mainstream financeiro como demonstra por que a descentralização é o futuro inevitável.

Enquanto isso, os mesmos gestores que zombavam das criptomoedas há cinco anos agora correm atrás do prejuízo - clássico caso de FOMO institucional chegando tarde demais para a festa.

dinheiro

O crédito consignado privado, hoje estimado em cerca de R$ 50 bilhões, pode multiplicar de tamanho e alcançar R$ 300 bilhões nos próximos cinco anos. A possibilidade de conceder empréstimos com desconto em folha a trabalhadores da iniciativa privada, já adotada por fintechs e plataformas especializadas, ainda tem amplo espaço para crescimento. O momento é favorável sobretudo para empresas que buscam ampliar relacionamento e reforçar a fidelização por meio de produtos financeiros próprios.

Juliana Freitas, CEO e cofundadora da Bull, fintech focada em soluções de crédito, afirma que o modelo traz benefícios tanto para os trabalhadores quanto para as empresas. Para os funcionários, as condições mais acessíveis — com juros menores e garantia de pagamento via folha — tornam o serviço mais competitivo. Para as companhias, a oferta de crédito contribui para maior engajamento e retenção de clientes.

“É um mercado com forte tendência de expansão, mas que exige conhecimento técnico e estrutura adequada”, afirma Freitas.

Por que o setor ainda avança pouco?

Lançado em março de 2025, o consignado privado ainda é pouco conhecido por grande parte das empresas que têm base relevante de clientes pessoa física. Segundo Freitas, muitas organizações ainda não compreendem totalmente o potencial para rentabilizar e fortalecer seus relacionamentos com o público.

Desafios regulatórios e operacionais

Mesmo com interesse crescente, muitas empresas enfrentam dificuldades para colocar o produto no ar. É necessário desenvolver sistemas de concessão e gestão, obter autorização do Banco Central, garantir funding, além de manter áreas de compliance e cumprir exigências de reporte a órgãos como a Dataprev.

“Há barreiras de tecnologia, regulação e operação que tornam o processo caro e demorado”, afirma José Pires Neto, COO da Bull. “Sem parceiros especializados, estruturar uma operação de crédito pode levar cerca de um ano.”

Varejistas, plataformas de benefícios, empresas de RH, fintechs e até operadoras de saúde podem usar sua base de clientes ou colaboradores para oferecer crédito de forma segura. Além de novas receitas, o modelo ajuda a fortalecer vínculos e ampliar engajamento.

Embora o setor ainda seja dominado por grandes bancos e financeiras, novos entrantes — incluindo fintechs e empresas de tecnologia — começam a ampliar a concorrência e trazer inovação ao segmento.

Tecnologia como motor da expansão

Digitalização e inteligência artificial contribuem para reduzir inadimplência, aprimorar precificação e personalizar ofertas. Modelos avançados permitem ajustar prazos, valores e taxas de acordo com o perfil de cada cliente.

“Com IA, é possível testar mais variáveis, equilibrar aprovação e risco e adaptar as condições para cada público e canal”, explica Pires Neto.

Fidelização e geração de receita

Oferecer crédito estruturado não apenas amplia receitas, mas também reforça o vínculo com o cliente. Empresas podem atuar apenas como originadoras — recebendo uma taxa — ou financiar diretamente operações por meio de FIDCs e securitizadoras, participando da receita total gerada.

“Quando o crédito é bem estruturado e seguro, a relação com o cliente se fortalece. Ele permanece mais tempo na base e tende a consumir mais”, afirma Freitas.

Com forte potencial de expansão e capacidade de criação de ecossistemas, a modalidade atrai empresas interessadas em fidelizar clientes e ampliar geração recorrente de receita.

O artigo Empresas deixam de explorar consignado privado e ignoram potencial de R$ 300 bilhões foi visto pela primeira vez em BeInCrypto Brasil.

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