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CEO da Azoria Capital Acusa Powell de Lavagem de Dinheiro em Meio a Ação Judicial Emergencial

CEO da Azoria Capital Acusa Powell de Lavagem de Dinheiro em Meio a Ação Judicial Emergencial

Published:
2025-07-26 19:20:03
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Em um desdobramento surpreendente, o CEO da Azoria Capital, James, acusou publicamente o presidente do Federal Reserve, Jerome Powell, de operar em segredo e violar leis federais durante uma ação judicial urgente. A alegação ocorre após a Azoria Capital entrar com uma ação exigindo que as reuniões do FOMC (Federal Open Market Committee) sejam transmitidas ao público, questionando a legalidade do sigilo sob o Sunshine Act de 1976. Um juiz federal concedeu uma audiência de emergência para segunda-feira, um dia antes da próxima reunião do FOMC, que pode resultar em uma ordem judicial para interromper a sessão fechada. James argumenta que as decisões do Fed impactam diretamente os preços que os cidadãos americanos pagam, e o público tem o direito de acompanhar o processo. Este caso pode redefinir a transparência das políticas monetárias globais.

Por que a Azoria Capital está processando o Federal Reserve?

A Azoria Capital, liderada por James, alega que o FOMC está violando o Sunshine Act, uma lei de 1976 que exige que agências federais com comitês decisórios multitudinários conduzam seus negócios publicamente. James destacou que o FOMC, responsável por definir taxas de juros oito vezes ao ano, opera como uma "caixa preta", tomando decisões que afetam desde hipotecas até cartões de crédito sem supervisão pública. "Eles admitem que o Fed está coberto pela lei, mas alegam que seu braço mais poderoso não está. Isso é um absurdo", disse James em entrevista. A ação judicial busca uma liminar para forçar a transmissão ao vivo da reunião marcada para terça-feira.

Qual é a resposta legal do Fed?

O Fed argumenta que o FOMC é uma "subdivisão" da instituição e, portanto, não está sujeito ao Sunshine Act. James rebateu: "Como a parte que define taxas de juros – a alavanca mais poderosa da economia – pode estar isenta?" Ele classificou a defesa como uma "brecha fabricada" para evitar transparência. O Fed também alega que sessões públicas poderiam desencadear especulação financeira, argumento que James ridicularizou: "Em janeiro de 2022, Powell disse a repórteres que não haveria aumento de juros na próxima reunião. Se isso não é combustível para especulação, nada é."

Como o juiz Howard Barl está envolvido?

O juiz Howard Barl, nomeado por Barack Obama, concedeu uma audiência emergencial para segunda-feira – um movimento incomum, já que a maioria das liminares temporárias (TROs) é negada sem audiência. James interpretou isso como um sinal de que o tribunal leva as alegações a sério: "Se o juiz conceder a liminar, o Fed terá que adiar a reunião por horas e anunciar um livestream. Desafiar abertamente um juiz federal sobre transparência seria uma péssima imagem."

Quais seriam as consequências de um livestream do FOMC?

James prevê que a transmissão pública revolucionaria a análise de políticas monetárias: "Atualmente, o mercado espera até quarta-feira para decifrar a conferência de Powell. As pessoas adivinham com base na cor de sua gravata! Com acesso público, a volatilidade mudaria para terça-feira, quando os espectadores pudessem ver os debates em tempo real." Ele sugere que vieses políticos sutis entre os membros do comitê seriam expostos: "Ninguém dirá 'Trump falou isso, então farei aquilo', mas veremos como diferentes membros reagem a dados de inflação."

O que torna este caso histórico?

Este processo pode redefinir décadas de práticas do Fed. James comparou a situação às reformas de transparência após a crise financeira de 2008: "A diferença é que agora temos tecnologia para implementá-las. Não há razão técnica para não transmitir essas reuniões, apenas política." Ele também criticou as renovações "supérfluas" do prédio do Fed em DC, financiadas por contribuintes que "não têm ideia do que acontece dentro".

Como os mercados estão reagindo?

Segundo James, Wall Street subestima o potencial impacto: "Os mercados ainda estão dormindo. Eles não acreditam que isso vai acontecer." Analistas do BTCC observam que, embora o caso não tenha gerado grandes movimentos nos futuros do dólar, uma decisão favorável à Azoria poderia aumentar a volatilidade nos contratos vinculados às taxas de juros. Dados da TradingView mostram que os contratos do FedWatch refletem apenas 12% de chance de uma liminar ser concedida.

Quais são os próximos passos?

Tudo depende da audiência de segunda-feira. Se o juiz Barl conceder a liminar, o Fed terá até terça-feira para apelar ou cumprir. James está confiante: "Eles não vão arriscar uma crise constitucional. Powell sabe que perderia no tribunal de opinião pública se ignorasse a ordem." O caso Azoria vs. Powell pode se tornar um marco na relação entre instituições financeiras e transparência democrática.

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