Star Atlas ressurge com tudo e marca lançamento oficial para dezembro – preparem os foguetes!
O metaverso espacial está prestes a decolar – e desta vez parece que é pra valer.
Depois de meses no limbo, a Star Atlas finalmente anuncia data concreta para seu lançamento oficial. A equipe promete entregar em dezembro o que investidores já esperavam desde 2021 (sim, aquela velha história de 'compra agora e espere o lambo').
Jogabilidade revolucionária ou apenas mais um token para especular? O mercado vai decidir – mas os primeiros trailers mostram gráficos que deixam Second Life no paleolítico.
Enquanto os fãs celebram nas redes sociais, os whales já acumulam ATLAS nos bastidores. Porque no mundo cripto, quem chega primeiro vende primeiro – e deixa os outros segurando a bolsa.
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O universo dos jogos blockchain ganhará um novo impulso com o ressurgimento do Star Atlas e o anúncio de seu lançamento oficial para dezembro. O estúdio ATMTA, responsável pelo aguardado game de exploração espacial, revelou que não usará exclusivamente a rede Solana como antes se esperava. Em vez disso, a empresa lançará sua própria blockchain, chamada Zink, construída para oferecer mais escalabilidade e recursos voltados à identidade digital dos jogadores.
A Zink, desenvolvida sobre a arquitetura SVM, utiliza provas de conhecimento zero para alimentar funcionalidades como os zProfiles. Esses perfis darão aos usuários uma identidade centralizada com configurações globais de permissão, permitindo automatizar transações e interagir com diversos aplicativos.
PublicidadeO CEO e fundador da ATMTA, Michael Wagner, afirmou que a rede focará inicialmente no desempenho otimizado do Star Atlas, mas buscará também atrair outros estúdios de jogos blockchain.
No lançamento, previsto para dezembro, a Zink funcionará de forma centralizada e com acesso controlado. Wagner afirma que o conjunto inicial de validadores incluirá grandes participantes vindos da Solana. No entanto, existe um roteiro claro para descentralização progressiva. Ele tem previsão de acesso totalmente aberto entre 18 e 24 meses após a estreia, embora ajustes ocorram de forma gradual.
Blockchain própria para suportar a escala do Star Atlas
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Além disso, a criação da Zink representa um movimento estratégico para garantir que o Star Atlas tenha infraestrutura sob medida para lidar com seu ecossistema cada vez mais complexo. Além de servir ao game principal, a blockchain também deverá integrar outros títulos, como o jogo de navegador SAGE, e criar um ambiente unificado para os jogadores.
Os usuários usarão o token nativo ZINK para staking, consenso e incentivos à comunidade. A partir do próximo mês, a equipe lançará uma campanha de airdrop que acompanhará a atividade dos membros e recompensará com pontos de experiência (XP), convertíveis futuramente no token. Jogar Star Atlas e seus games afiliados, além de bloquear os tokens ATLAS e POLIS, serão formas de acumular XP.
O foco em identidade digital aproxima a Zink de outras iniciativas no setor, como a blockchain EVM da Worldcoin, voltada para diferenciar humanos de bots, e a Moca Chain, que busca dar aos usuários mais controle sobre dados e perfis. Para Wagner, essa abordagem será essencial para criar uma experiência de jogo mais personalizada e conectada, elevando o padrão de integração entre games e Web3.
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