Quem investiu R$ 10 mil em Bitcoin há um ano está sorrindo até hoje? Veja o retorno!
O Bitcoin mais uma vez prova por que é o rei das criptomoedas. Um ano atrás, R$ 10 mil em BTC pareciam um salto no escuro—hoje, esse salto virou um foguete.
Enquanto os investimentos tradicionais patinam com juros baixos e burocracia, a cripto corta caminho e entrega ganhos que fariam qualquer corretor tradicional engolir seco. Claro, os bancos ainda insistem que é 'especulativo'—mas quem ri por último, ri com carteira cheia.
O mercado não perdoa hesitações. Enquanto você lia manchetes céticas, os early investors já estavam recalculando a rota para aposentadoria antecipada. A lição? O futuro financeiro não pede permissão—ele acontece, com ou sem seu dinheiro a bordo.
Em novembro de 2024, o Bitcoin estava cotado em torno de US$ 99 mil, refletindo um período de otimismo antes do halving previsto para abril de 2025. Quem tivesse investido R$ 10 mil naquela época — equivalente a cerca de US$ 2 mil com o câmbio médio de R$ 5 — teria comprado aproximadamente 0,0207 BTC.
Hoje (10), com o Bitcoin sendo negociado perto de US$ 106 mil, esse mesmo montante valeria cerca de R$ 10.660, um ganho modesto de 6,6% em um ano. Embora o ativo tenha mantido um bom patamar, o rendimento ficou abaixo de alternativas conservadoras da renda fixa.
Bitcoin vs. CDB: quem rendeu mais?
Enquanto isso, um CDB que pagasse 110% do CDI — valor comum entre bancos médios — teria rendido cerca de 11,7% no mesmo período, considerando a taxa Selic média de 10,75% ao ano.
Nesse cenário, o investimento de R$ 10 mil em CDB renderia aproximadamente R$ 11.170, superando em mais de R$ 500 o resultado do Bitcoin. Além disso, o CDB ainda contaria com a proteção do FGC (Fundo Garantidor de Créditos), oferecendo menor risco e liquidez previsível.
O que explica a diferença?
A diferença de desempenho se explica pelo comportamento recente do mercado cripto. Após fortes altas no primeiro semestre de 2024, o Bitcoin passou a oscilar em uma faixa de preço mais estável, refletindo realização de lucros e espera pelo impacto do halving de 2025.
Já os títulos pós-fixados, como o CDB atrelado ao CDI, se beneficiaram dos altos juros mantidos pelo Banco Central durante boa parte do período, o que elevou seus rendimentos mesmo sem risco de volatilidade.
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