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Pérdidas en Cripto Alcanzan los $155.9 Millones en Septiembre: Hackeos y Estafas se Disparan

Pérdidas en Cripto Alcanzan los $155.9 Millones en Septiembre: Hackeos y Estafas se Disparan

Published:
2025-09-30 14:05:35

El ecosistema cripto enfrenta su peor septiembre en años—los números no mienten.

El sangrado continúa

Más de $155 millones evaporados en solo 30 días. Los protocolos DeFi siguen siendo el blanco favorito de los atacantes, mientras que las estafas de phishing perfeccionan su arte del engaño.

¿Dónde está la seguridad prometida?

Los inversores exigen mejores medidas de protección, pero la industria responde con parches temporales. Mientras tanto, los malactores se frotan las manos—la caza sigue abierta.

La ironía final

En un mundo que promete descentralización y control total sobre los activos, los usuarios siguen perdiendo millones por fallas que deberían haberse solucionado hace años. La tecnología avanza, pero la seguridad sigue varios pasos atrás—clásico del espacio cripto.

Da promessa de economia à preocupação com a saúde

O parecer aprovado é de autoria do deputado Otto Alencar Filho (PSD-BA), que apresentou substitutivo ao PL 397/2007, de Valdir Colatto, além de outros nove projetos que tramitavam desde meados dos anos 2000.

Na justificativa, o parlamentar citou estudos que apontam impactos negativos na saúde, como sonolência, insônia, irritabilidade e até maior incidência de internações por arritmia cardíaca nos dias seguintes à alteração do horário.

Além disso, pesquisas do Ministério de Minas e Energia e do ONS (Operador Nacional do Sistema Elétrico) mostram que a medida deixou de gerar ganhos significativos de economia de energia — argumento que, desde a década de 1930, sustentava a adoção do horário de verão.

Apesar da proibição, o relator manteve uma exceção: a possibilidade de retomada em situações de crise energética ou de necessidade regional para aliviar a rede elétrica.

Os defensores do sol extra

A decisão não foi consenso. O deputado Jorge Solla (PT) apresentou voto em separado, defendendo que o tema deveria permanecer sob responsabilidade do Executivo.

Fora do Congresso, entidades como a Abrasel (Associação Brasileira de Bares e Restaurantes) também defendem a volta do horário de verão, argumentando que setores como comércio e turismo se beneficiam do aumento do movimento noturno.

A controvérsia ganhou força porque o próprio governo federal, por meio do Ministério de Minas e Energia, passou a considerar o retorno da medida em 2025/2026, em resposta à crise hídrica e ao crescimento de 4% no consumo de energia registrado em 2024.

E os próximos passos?

O projeto ainda será analisado pela Comissão de Constituição e Justiça. Se aprovado, segue para o plenário da Câmara e, depois, para o Senado.

Se virar lei, encerrará de vez a trajetória de uma política inaugurada em 1931, consolidada como rotina nacional a partir de 1985 e suspensa em 2019.

|Square

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